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Epistaxe: Desvendando o Sangramento Nasal e Suas Soluções

Atualizado: 4 de jul.

Sangramento nasal, clinicamente conhecido como epistaxe, é uma condição corriqueira que pode acometer indivíduos de todas as faixas etárias. Embora geralmente não represente um risco grave à saúde, pode ser bastante desconfortável e, em alguns casos, indicar condições subjacentes que necessitam de atenção médica.


O que é epistaxe?

Epistaxe é o termo médico utilizado para descrever o sangramento proveniente das cavidades nasais. Ele pode ocorrer de forma espontânea, sem causa aparente, ou ser desencadeado por uma variedade de fatores, como traumas, infecções, alergias, uso de medicamentos, variações climáticas e até mesmo condições médicas preexistentes.


Tipos de epistaxe:

A epistaxe pode ser classificada em dois tipos principais: anterior e posterior. A epistaxe anterior é a forma mais comum, originando-se na parte frontal do nariz, geralmente de vasos sanguíneos superficiais. Já a epistaxe posterior, embora menos frequente, costuma ser mais intensa e se origina na parte posterior do nariz, envolvendo vasos sanguíneos de maior calibre.





Causas da epistaxe:

As causas da epistaxe são multifatoriais e podem incluir:

  • Trauma nasal: Assuar o nariz com força excessiva, cutucar o nariz com frequência, introdução de objetos estranhos, lesões faciais e procedimentos cirúrgicos nasais podem desencadear sangramento nasal.

  • Ressecamento da mucosa nasal: Ambientes com baixa umidade do ar, uso excessivo de descongestionantes nasais e ar condicionado podem ressecar a mucosa nasal, tornando-a mais suscetível a sangramentos.

  • Infecções respiratórias: Resfriados, sinusites e outras infecções que afetam as vias aéreas superiores podem causar inflamação e irritação da mucosa nasal, predispondo ao sangramento.

  • Alergias: A rinite alérgica, caracterizada por inflamação da mucosa nasal devido a alérgenos, pode provocar sangramento nasal, especialmente em crianças.

  • Hipertensão arterial: A pressão arterial elevada pode fragilizar os vasos sanguíneos do nariz, aumentando o risco de sangramento.

  • Distúrbios de coagulação: Condições que afetam a coagulação sanguínea, como hemofilia e uso de anticoagulantes, podem predispor a sangramentos nasais mais intensos e prolongados.

  • Tumores nasais: Embora raros, tumores benignos ou malignos na cavidade nasal podem manifestar-se como sangramento nasal persistente.


Sintomas:

O sintoma mais evidente da epistaxe é o sangramento visível pelo nariz, que pode variar de leve a intenso, unilateral ou bilateral. Em casos mais graves, podem ocorrer sintomas como tontura, fraqueza, palidez e dificuldade respiratória devido à perda de sangue.


Diagnóstico:

O diagnóstico da epistaxe envolve uma avaliação médica minuciosa, incluindo anamnese detalhada sobre o histórico médico do paciente, exame físico do nariz com auxílio de instrumentos como o endoscópio nasal e, em alguns casos, exames complementares como tomografia computadorizada ou exames de sangue para avaliar a coagulação.


Tratamento:

O tratamento da epistaxe é individualizado e depende da causa, intensidade e localização do sangramento. Em casos leves, medidas simples como compressão nasal, aplicação de vasoconstritores tópicos e cauterização química ou elétrica podem ser suficientes para controlar o sangramento. Em casos mais graves ou recorrentes, pode ser necessário tamponamento nasal com materiais absorvíveis ou balões, cirurgia para corrigir deformidades anatômicas ou tratar tumores, ou ainda tratamento da condição médica subjacente, como hipertensão arterial ou distúrbios de coagulação.


Prevenção:

A prevenção da epistaxe envolve a adoção de medidas simples, como:

  • Umidificar o ar ambiente, especialmente em locais com clima seco ou durante o uso de ar condicionado.

  • Evitar assoar o nariz com força excessiva e cutucar o nariz, especialmente em crianças.

  • Controlar alergias e infecções respiratórias com medicamentos adequados.

  • Tratar a hipertensão arterial e outras condições médicas que possam contribuir para o sangramento nasal.

  • Evitar o uso excessivo de descongestionantes nasais, que podem ressecar a mucosa nasal.


Quando procurar um médico:

É fundamental procurar atendimento médico especializado se o sangramento nasal for frequente, intenso, não cessar após 20 minutos de compressão nasal ou se houver outros sintomas associados, como tontura, fraqueza ou dificuldade respiratória.

Na Clínica Oto One, oferecemos avaliação e tratamento individualizado para epistaxe, com equipe médica experiente e tecnologia de ponta para garantir o melhor cuidado para sua saúde nasal.


Agende sua consulta e descubra as melhores opções de tratamento para o seu caso!

Conte comigo para ajudar. 





Dr. Bruno Rossini (CRM-SP 115697; RQE:34828)

Fone e WhatsApp: (11) 91013-5122 | (11) 99949-7016

Clinica Oto One- São Paulo

Instagram: @brunorossini



Epistaxe (Sangramento Nasal): 10 Perguntas e Respostas


  1. O que é epistaxe? Epistaxe é o termo médico para sangramento nasal, que pode ocorrer por diversas causas, como traumas, infecções, alergias, hipertensão arterial e alterações na coagulação sanguínea.

  2. Quais são os tipos de epistaxe? Existem dois tipos principais: anterior (mais comum, originada na parte frontal do septo nasal) e posterior (menos frequente, originada na parte posterior do nariz, com sangramento mais intenso e difícil de controlar).

  3. Quais são as causas mais comuns de epistaxe? Em crianças, as causas mais c omuns são traumas (cutucar o nariz), ressecamento da mucosa nasal e infecções. Em adultos, além dessas causas, hipertensão arterial, uso de medicamentos anticoagulantes e doenças sanguíneas podem ser fatores desencadeantes.

  4. O que fazer em caso de epistaxe? Mantenha a calma, sente-se com a cabeça inclinada para frente e aperte as narinas com os dedos por cerca de 10 minutos. Coloque gelo no dorso nasal. Se o sangramento persistir, procure atendimento médico.

  5. Quando devo procurar um médico em caso de epistaxe? Procure um médico se o sangramento for intenso, durar mais de 20 minutos, ocorrer após um trauma na cabeça, estiver associado a tontura, fraqueza ou dificuldade para respirar, ou se for frequente.

  6. Como é feito o diagnóstico da epistaxe? O diagnóstico é feito através de exame físico (rinoscopia anterior e posterior) e histórico médico detalhado. Em alguns casos, podem ser necessários exames complementares, como endoscopia nasal, tomografia computadorizada ou exames de sangue.

  7. Qual é o tratamento para epistaxe? O tratamento depende da causa e da gravidade do sangramento. Em casos leves, pode ser suficiente a compressão nasal e o uso de medicamentos tópicos vasoconstritores. Em casos mais graves, pode ser necessário cauterização química, tamponamento nasal ou, em situações raras, cirurgia.

  8. Como prevenir a epistaxe? Para prevenir a epistaxe, evite cutucar o nariz, mantenha a mucosa nasal hidratada com soro fisiológico, controle a hipertensão arterial e evite o uso excessivo de descongestionantes nasais.

  9. A epistaxe pode ser um sinal de algo grave? Na maioria dos casos, a epistaxe é benigna e autolimitada. No entanto, em alguns casos, pode ser um sinal de doenças mais graves, como hipertensão arterial, distúrbios de coagulação ou tumores nasais. Por isso, é importante procurar um médico para avaliação e tratamento adequados.

  10. Quais são as complicações da epistaxe? As complicações da epistaxe são raras, mas podem incluir anemia, obstrução nasal, infecção e, em casos muito raros, aspiração de sangue para os pulmões.


Conte comigo para ajudar. 


Dr. Bruno Rossini (CRM-SP 115697; RQE:34828)

Fone e WhatsApp: (11) 91013-5122 | (11) 99949-7016

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