Dor de garganta: conheça as causas e tratamentos
- 15 de ago. de 2019
- 1 min de leitura
Sabe aquele incômodo chato para engolir e falar que a dor de garganta traz? Entenda mais sobre esse assunto.

A dor de garganta pode ser a manifestação de diversas doenças ou alterações na região da faringe e/ou laringe que vão desde o ressecamento do tecido (mucosa) até infecções e tumores.
Grande parte das vezes há um processo inflamatório que pode ou não vir acompanhado por uma infecção viral ou bacteriana e estar associado a:
- Amigdalite (inflamação ou infecção das amígdalas)
- Laringite (muito comumente causada por Refluxo Gastro Esofágico)
- Alergias
A depender da causa, além da dor na garganta, os seguintes sintomas podem estar presentes:
- Tosse
- Sabor ácido na boca
- Febre
- Dificuldade para engolir
- Dificuldade para falar
- Sensação de bola na garganta
- Dor de cabeça e muscular
- Congestão nasal
- Azia
- Náuseas
O diagnóstico deverá ser feito pelo médico otorrinolaringologista através da história detalhada e de um exame físico especializado.
Para uma avaliação completa de toda a garganta, muitas vezes é indicado a realização do exame de Nasofibrolaringoscopia, sendo possível avaliar toda a extensão da garganta, incluindo as fossas nasais, faringe, base da língua e laringe.
O tratamento será de acordo com a causa da dor de garganta.
Alguns casos necessitam de medicações como analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos.
Pode ser indicado também aumentar a ingestão de água, corrigir hábitos de alimentação ou realizar a lavagem nasal com soro fisiológico.
Casos mais graves e de difícil controle podem necessitar de internação hospitalar e até mesmo de intervenção cirúrgica (como o abscesso amigdaliano, uma complicação da amigdalite).
É sempre importante consultar o otorrinolaringologista, médico especializado em garganta, ouvido e nariz para o diagnóstico correto e tratamento mais adequado.



![O uso de aparelhos de amplificação sonora individual (AASI), como os aparelhos auditivos, está cada vez mais reconhecido como uma estratégia potencialmente eficaz na prevenção de demências, especialmente em idosos com perda auditiva. A perda auditiva é considerada o principal fator de risco potencialmente modificável para demência ao longo da vida, com impacto populacional significativo. [1-2] A literatura recente demonstra que a intervenção auditiva pode reduzir o risco de declínio cognitivo e demência, embora os resultados variem conforme o desenho do estudo, a população analisada e o momento da intervenção. Meta-análises de estudos observacionais mostram que o uso de AASI está associado a uma redução de aproximadamente 19% no risco de declínio cognitivo de longo prazo e melhora modesta em testes cognitivos de curto prazo. [3-4] Estudos de coorte com seguimento prolongado sugerem que o benefício é mais pronunciado quando a intervenção ocorre precocemente, especialmente em indivíduos](https://static.wixstatic.com/media/c47228_520d4b15c72240a9b38895f29fd330f9~mv2.jpg/v1/fill/w_980,h_433,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_avif,quality_auto/c47228_520d4b15c72240a9b38895f29fd330f9~mv2.jpg)
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