Você já ouviu falar em carne esponjosa? Você sabe o que é isso?
- 15 de ago. de 2019
- 1 min de leitura

O termo carne esponjosa não é correto pois inexiste uma estrutura com esse nome.
É, no entanto, um termo bastante usado popularmente para se referir a algo que esteja gerando obstrução nasal e dificuldade para respirar pelo nariz.
As principais estruturas às quais este termo se refere, são:
- Adenóide ou tonsila adenoideana - conhecida como carne esponjosa da criança;
- Cornetos ou conchas nasais - conhecida como carne esponjosa do adulto, mas que também pode estar aumentado na criança;
- Essas estruturas estão presentes em todos os indivíduos, sendo que a adenóide tende a regredir de tamanho e desaparecer na idade adulta;
- Ambas só geram obstrução nasal se estiverem aumentadas;
Além de dificuldade para respirar pelo nariz, é comum notarmos:
- Ronco;
- Sono agitado;
- Respiração bucal;
- Criança que baba a noite;
Infecções de repetição, como sinusite e otite são algumas das consequências, principalmente do aumento da adenóide. Além disso, a criança pode ter:
- Alterações de anatomia da face e da arcada dentária;
- Baixo rendimento escolar;
O diagnóstico é feito através da história e evolução dos sintomas, do exame físico e de exames de imagem.
Um dos exames mais utilizados é a nasofibrolaringoscopia, e pode ser feito no próprio consultório, tanto em adultos, quanto em crianças. Através dele conseguimos ver o tamanho, localização e extensão desses tecidos.
O tratamento vai depender da causa e da gravidade do problema. Ele inclui mudança de hábitos, uso de medicações e procedimentos cirúrgicos. Para mais esclarecimentos entre em contato.


![O uso de aparelhos de amplificação sonora individual (AASI), como os aparelhos auditivos, está cada vez mais reconhecido como uma estratégia potencialmente eficaz na prevenção de demências, especialmente em idosos com perda auditiva. A perda auditiva é considerada o principal fator de risco potencialmente modificável para demência ao longo da vida, com impacto populacional significativo. [1-2] A literatura recente demonstra que a intervenção auditiva pode reduzir o risco de declínio cognitivo e demência, embora os resultados variem conforme o desenho do estudo, a população analisada e o momento da intervenção. Meta-análises de estudos observacionais mostram que o uso de AASI está associado a uma redução de aproximadamente 19% no risco de declínio cognitivo de longo prazo e melhora modesta em testes cognitivos de curto prazo. [3-4] Estudos de coorte com seguimento prolongado sugerem que o benefício é mais pronunciado quando a intervenção ocorre precocemente, especialmente em indivíduos](https://static.wixstatic.com/media/c47228_520d4b15c72240a9b38895f29fd330f9~mv2.jpg/v1/fill/w_980,h_433,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_avif,quality_auto/c47228_520d4b15c72240a9b38895f29fd330f9~mv2.jpg)

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