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Sindrome da apneia obstrutiva do sono: roncos que fazem muito mal!

Atualizado: 29 de abr. de 2023

A apneia obstrutiva do sono é um distúrbio comum que afeta muitos adultos em todo o mundo. É caracterizada por episódios recorrentes de obstrução das vias aéreas superiores durante o sono, resultando em interrupções frequentes do sono e diminuição da oxigenação. A doença pode causar uma variedade de sintomas, incluindo ronco alto, sonolência diurna excessiva, dores de cabeça matinais e dificuldade para se concentrar. Pacientes com apneia obstrutiva do sono também têm um risco aumentado de desenvolver condições médicas graves, como doenças cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais.

O diagnóstico de apneia obstrutiva do sono envolve uma avaliação clínica cuidadosa, juntamente com testes diagnósticos, como polissonografia ou monitoramento domiciliar do sono. Uma avaliação minuciosa dos sintomas do paciente e sua história clínica é essencial para identificar pacientes em risco. Além disso, a realização de um exame físico completo é importante para identificar quaisquer fatores anatômicos que possam contribuir para a obstrução das vias aéreas superiores.

Os tratamentos para apneia obstrutiva do sono incluem modificações no estilo de vida, como perda de peso e parar de fumar, bem como o uso de dispositivos de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) ou dispositivos de avanço mandibular (DAM) para manter as vias aéreas abertas durante o sono. Em alguns casos, a cirurgia também pode ser necessária, especialmente se houver fatores anatômicos que contribuam para a obstrução das vias aéreas superiores. As opções cirúrgicas incluem septoplastia, turbinectomia, uvulopalatofaringoplastia (UPFP) e implantes palatinos.

A prevenção e o tratamento da apneia obstrutiva do sono são importantes para a melhoria da qualidade de vida do paciente e a redução do risco de complicações médicas graves. É importante que os pacientes com suspeita de apneia obstrutiva do sono procurem atendimento médico especializado para um diagnóstico preciso e tratamento adequado. O gerenciamento apropriado da apneia obstrutiva do sono pode melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente e prevenir complicações médicas graves a longo prazo.

Tratamento da apneia obstrutiva do sono em adultos

A apneia do sono é uma condição em que a respiração é interrompida repetidamente durante o sono. O tratamento da apneia do sono inclui medidas comportamentais, dispositivos de pressão positiva nas vias aéreas, cirurgia e medicação. A maioria dos pacientes com apneia do sono tem um índice de apneia-hipopneia (IAH) moderado a grave, o que significa que a condição é tratada de forma agressiva.

Para pacientes com apneia do sono leve a moderada, a terapia comportamental pode ser uma opção. Isso inclui mudanças no estilo de vida, como perda de peso, cessação do tabagismo e redução do consumo de álcool. Dispositivos orais também podem ser usados ​​para tratar a apneia do sono leve a moderada.

Para pacientes com apneia do sono moderada a grave, a pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) é o tratamento de primeira linha. Este dispositivo é usado para manter as vias aéreas abertas durante o sono, prevenindo a obstrução. Alguns pacientes podem achar desconfortável usar o CPAP, mas existem muitos tipos diferentes de máscaras e dispositivos que podem ser personalizados para se adequar a cada paciente individualmente.

A cirurgia é uma opção para pacientes com apneia do sono que não conseguem tolerar ou não respondem ao tratamento com CPAP. A cirurgia pode envolver a remoção do tecido das vias aéreas superiores, incluindo a úvula e amígdalas, e correção de desvios no septo nasal. No entanto, a cirurgia não é uma cura para a apneia do sono e pode não funcionar para todos os pacientes.

Outros tratamentos incluem medicamentos que ajudam a manter as vias aéreas abertas, como o modafinil. No entanto, esses medicamentos não são uma cura para a apneia do sono e geralmente são usados ​​em combinação com outras terapias.

É importante lembrar que a apneia do sono pode ter consequências graves se não for tratada. Essas consequências incluem hipertensão, doença cardíaca, acidente vascular cerebral e sonolência diurna excessiva. Portanto, é importante que os pacientes que sofrem de apneia do sono procurem tratamento o mais rápido possível e sigam o tratamento recomendado pelo médico.

Tratamento cirúrgico do ronco e da apnéia obstrutiva do sono:

A apneia obstrutiva do sono (AOS) é uma condição médica comum em adultos, caracterizada por paradas respiratórias repetitivas durante o sono. O tratamento pode incluir mudanças no estilo de vida, como perder peso ou dormir em uma posição diferente, bem como o uso de dispositivos de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP). No entanto, em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para tratar a AOS.

Existem vários tipos de cirurgia que podem ser realizados para tratar a AOS em adultos. A escolha do tipo de cirurgia depende da causa subjacente da AOS, bem como da anatomia do paciente. Um procedimento comum é a uvulopalatofaringoplastia (UPFP), que envolve a remoção do excesso de tecido mole na garganta. A septoplastia é outro procedimento cirúrgico que pode ser recomendado para pacientes com AOS. Este procedimento envolve a correção de desvios do septo nasal, que podem obstruir as vias aéreas superiores e contribuir para a AOS. A septoplastia pode ser realizada como um procedimento isolado ou em conjunto com outros procedimentos cirúrgicos.

Outro procedimento é a cirurgia de avanço maxilomandibular, que envolve o reposicionamento da mandíbula e do maxilar para aumentar o espaço das vias aéreas.

Antes de decidir se a cirurgia é a melhor opção de tratamento para a AOS, é importante que o paciente e o médico discutam os riscos e benefícios envolvidos. A cirurgia pode apresentar riscos, como infecções, sangramento e complicações anestésicas. No entanto, para muitos pacientes, os benefícios da cirurgia podem superar esses riscos, levando a uma melhoria significativa na qualidade do sono e na saúde geral.

Após a cirurgia, os pacientes podem precisar de um período de recuperação e acompanhamento médico regular para avaliar a eficácia do procedimento. É importante seguir as instruções pós-operatórias cuidadosamente e informar o médico sobre quaisquer sintomas ou complicações que possam ocorrer.

Por fim, é importante lembrar que a AOS pode ser uma condição grave e potencialmente perigosa se não tratada adequadamente. Se você suspeitar que tem AOS, é importante buscar atendimento médico para uma avaliação adequada. Com o tratamento adequado, muitos pacientes são capazes de gerenciar efetivamente a AOS e melhorar sua qualidade de vida.

Responsável técnico: Dr. Bruno Rossini (CRM-SP 115697; RQE:34828)

Clinica Oto One- São Paulo




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